Na última quarta-feira (20/04) a Articulação Bancária esteve a frente de mais um ato promovido pelo Sindbancários, intensificando a luta contra o Assédio Moral e reivindicando a melhoria das Condições de Trabalho dentro das unidades do Banco do Brasil. Esta atividade se incorpora a campanha da CONTRAF-CUT de combate ao assédio moral nas unidades bancárias e a campanha TUDO TEM LIMITE do Sindbancários, que visam além de eliminar as cobranças excessivas por metas cada vez mais inatingíveis, reduzir o desgaste físico e mental causadores de doenças em um grande número de bancários no nosso estado. No último período diretores de entidades sindicais têm recebido denúncias de diversas formas de assédio moral dentro do Banco do Brasil, que somadas a falta de funcionários nas unidades, tem comprometido o andamento dos trabalhos, prejudicando além da saúde dos trabalhadores, o atendimento à população, clientes e usuários dos serviços do Banco do Brasil.
Para o Diretor Financeiro do Sindbancários e empregado da CEF, Tiago Pedroso, o problema do Assédio Moral está muito além da humilhação do trabalhador, e deve ser considerado um sério problema ligado diretamente a saúde dos funcionários. "Estamos aqui na frente do BB para expressar a nossa indignação contra as pressões que causam o adoecimento dos trabalhadores. Queremos protestar e debater a atuação dos bancos estatais. A Caixa e o Banco do Brasil têm que servir a todo país, pois existem para fomentar a economia e disponibilizar crédito mais barato aos brasileiros, e não apenas visar o lucro, a custo da saúde de seus funcionários, modelo de gestão praticado pelos bancos privados", afirmou o dirigente.
O também funcionário do BB e Diretor de Comunicação do Sindbancários, Flávio Pastoriz, frisou que o combate ao assédio moral é peça chave para o avanço na melhoria das condições de trabalho e saúde dos funcionários, não somente do BB mas de qualquer instituição financeira no Brasil. “O banco precisa urgentemente tratar este tema com a maior seriedade possível e nós do movimento sindical vamos cobrar dos gestores em todos os fóruns possíveis, seja nos encontros do banco com a COE, seja na mesa de negociação com a FENABAN”, enfatizou Pastoriz.
NOTÍCIA: Ato contra o Assédio Moral e Melhores Condições de Trabalho no BB
TEXTO e FOTOS: Jorge Luis Lucas (ARTBAN)
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